segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Pronunciando Magia

 

Pronunciando Magia.

A magia é a utilização das forças da Natureza para acarretar as mudanças necessárias.

Para atrair, intensificar e direcionar essas energias, o mago utiliza alguns instrumentos. Podem ser itens preciosos como adagas incrustadas com pedras preciosas e reluzentes incensários de prata, ou mesmo objetos naturais como gravetos e pedras. Os instrumentos necessários nesse artigo são os naturais; Pedras, árvores, rios, folhas e plantas formam o rol de instrumentos da magia natural, juntamente a alguns itens "comprados em lojas", como espelhos, velas e linhas.

A manipulação desses instrumentos, em conjunto com a necessidade premente, é normalmente o bastante para trabalhar a magia, para que alguns dos poderes da Natureza se ativem e tragam as mudanças necessárias. A magia é enganosamente simples e incrivelmente fácil, um fato que deve ser levado em conta ao se ler essa matéria.

Obviamente, ao se enterrar uma pedra no solo, segurar uma folha ou desenhar uma figura num automóvel, por si só, não acarreta em nada. Somente quando tais gestos são executados num estado de carga emocional é que as mudanças são forjadas e a magia acontece.

Isso inclui forças a alguém se apaixonar por você, a fazer sexo com você, interromper um casamento ou um caso de amor; mudar a cabeça de outra pessoa, _ ou seja, forçar alguém a fazer algo que não deseja. Entenda: A magia não é um campo aberto onde os egos e as necessidades egoístas podem ser satisfeitas com um capricho. Há riscos à espera daqueles que efetuam trabalhos negativos. Essa magia pode se concretizar, mas as duras consequências nunca compensam os efeitos.

Há um princípio mágico segundo o qual o que você deposita em sua magia é exatamente o que vai receber.

Se executar magia benéfica, você receberá de volta essas benesses. O mago negativo, entretanto, receberá apenas negatividade, e normalmente ela destruirá aquele que a manipula.

À luz desse princípio, não há aparentemente razões para efetuar magia negativa (geralmente chamada de "magia negra"). Realmente, não há. Aqueles que ainda não se convenceram e que a executam, receberão os frutos de suas ações.

Obviamente, é o aspecto benéfico da magia que a torna, e ao seu usuário, divinos.

A magia negativa sempre teve seus seguidores. São aqueles seduzidos pelo mal, cegos pelo poder temporário que lhes é oferecido, impossibilitados de ver a luz até que seja tarde demais.

Algumas magias aqui nessa rica matéria são destrutivas, e isso pode gerar alguma confusão. Entenda; A maioria de nós associa a destruição com o mal. Entretanto, a destruição da própria negatividade _ como maus hábitos, obsessões, males e assim por diante _ não é negativa. Uma vez que isso não cause mal a ninguém, pelo contrario, ajuda, é seguro dizer que é magia positiva.

MAGIA PARA SI MESMO

Executar magia para si mesmo não é egoísmo, pois melhora todo o mundo. Muitas pessoas parecem crer que é ótimo criar um encantamento para um amigo, mas não conseguem realizar nada para si próprias.

Esta é uma ideia distorcida, e deve ser abandonada o quanto antes. Apenas quem é saudável, feliz e financeiramente seguro pode auxiliar os outros, do mesmo modo como deve amar a si próprio para que então os outros o amem.

Parte desta confusão vem das técnicas utilizadas. A magia que lhe traz benefícios em detrimento de outras de outras pessoas deve ser evitada, pois não condiz com a moralidade da magia.

Normalmente, há um meio de melhorar sua vida e a si mesmo sem causar danos a outros, e esta é a magia que deve ser utilizada.

Nunca se sinta egoísta ao executar magia em seu proveito, desde que não cause mal a ninguém.

MAGIA PARA OS OUTROS

Se divulgar suas atividades mágicas, outras pessoas virão até você e pedirão que execute encantamentos. Cabe a você decidir se fará ou não sua vontade, e esta decisão deve ser tomada com base em alguns fatores; Há apenas uma regra de ouro no que diz respeito a fazer magia para os outros: se isso lhe faz sentir-se bem, faça-a. Caso contrário, desista.

As pessoas tendem a serem uma tanto "malandras" ao pedir auxílio por meio da magia. Normalmente elas floreiam suas explicações, ou mentem abertamente, para convencê-lo em ajudá-las.

Até mesmo bons amigos podem não ver a verdade em alguns casos ou podem geram alguns, ou podem gerar um incidente fora de proporções. Baseado em tais evidências, você pode até vir a confrontar-se com um problema que nem sequer existe, desperdiçando assim seu tempo e energia.

As pessoas podem também pedir que realize algo por meio da magia que eles próprios poderiam realizar se arregaçassem as mangas e pusessem as mãos na massa.

Com todos esses pronunciados: verdades, mentiras e enganos, o que podemos fazer?

Na magia, é melhor utilizar alguma técnica divinatória para obter algumas respostas.

 

ADIVINHAÇÃO

A adivinhação é um processo mágico pelo qual o desconhecido se torna conhecido. É executado por um número de instrumentos _ espelhos, nuvens, folhas de chá, borras de café, cartas de tarô, poeira, ventos _ praticamente qualquer coisa que possa ser utilizada como um instrumento pelo subconsciente, ou mente psíquica.

Outro tipo de adivinhação permite que as próprias forças do Universo determinem o futuro pela movimentação de objetos ou símbolos.

Para aqueles de nós que não são consciente e desejosamente psíquicos, a adivinhação permite que vejam o futuro por apenas alguns fugazes momentos. Por meio da utilização de padrões aleatórios, reflexões ou outros pontos focais, os impulsos psíquicos _ estão sempre sendo recebidos por nosso subconsciente _ consegue acessar a mente consciente, tornando-se, deste modo, "conhecido".

A adivinhação permite também a utilização de vários objetos a serem manipulados tanto pelo mago como pelas próprias forças da Natureza, para que revelem o futuro. Incluem-se aqui as pedras, as flores e chamas. Algumas formas de adivinhação utilizam os dois métodos.


A adivinhação tem um lugar muito importante dentro da magia, pois nos permite conhecer as circunstâncias que envolvem uma dada situação, especialmente naquelas em que um amigo pede seu auxílio mágico. Deste modo, permite que tomemos decisões racionais sobre se devemos ou não executar a magia, com base em informações mais completas.

De modo geral, antes de qualquer atividade de magia, devemos realizar uma adivinhação para nos certificarmos que a necessidade está presente, que a emoção é suficiente e que o conhecimento é correto.

Mas a adivinhação não se limita estritamente a questões de magia. Pode ser utilizada como um guia para os problemas cotidianos que surgem em nossas vidas.

A maioria dos métodos é rápida e, com prática, deve surtir efeito.

Uma vez que existam muitos métodos diferentes de adivinhação, é melhor você experimentar vários até que encontre aquele que mais lhe agrade. Muitos métodos são discutidos nessa matéria.

Uma palavra de alerta: a adivinhação, quando utilizada para antever o futuro, mostra eventos possíveis.

 

Se não lhe agrada o que vê, aja para mudar sua vida,

antes que o futuro se torne realidade.

 

A MÃO DO PODER

 

A magia lida com todos os poderes produzidos pelo corpo os quais são utilizados em alguns encantamentos e rituais. É uma parte da energia universal que sustenta nossos corpos. Parte desse poder é liberado pelo estado emocional atingido durante a prática da magia e é enviando juntamente a outras energias que tenham sido conjuradas para que sua necessidade pudesse se manifestar.

A mão do poder é aquela pela qual tais poderes são liberados. É a mão com a qual se escreve. Se for ambidestro, e puder utilizar ambas as mãos, escolha uma e mantenha sua opção.

Essa mão é utilizada em magia para apresentar, segurar, arremessar ou executar qualquer outro gesto de modo ritualístico durante um encantamento.

É aconselhável utilizar a mão com a qual se escreve quando solicitado em rituais específicos, e é por meio dela que as energias são normalmente liberadas. Portanto, se desenhou um símbolo representando sua necessidade com sua mão de poder, o próprio símbolo estará imbuído com um pouco de sua energia.

Esta tem sido à base da magia.



Costuma-se dizer que a magia foi a primeira religião,

E que ao utilizarmos amorosamente as forças

da Natureza para causar mudanças benéficas,

integramo-nos a elas.

Essas forças foram personificadas como

Deuses e Deusas.

Sintonizar-se com eles é uma experiência espiritual

E é a base de toda

Religião verdadeira.


No próximo capítulo:

Técnicas.

Até a próxima.

NillDumont

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

Magia natural - Tocando a Terra

 Magia Natural

1 - Tocando a Terra:

Nesta postagem, vamos continuar com mais um capítulo da matéria sobre Magia natural:

A Lua brilha misticamente no céu repleto de estrelas enquanto uma figura solitária caminha por uma praia deserta.

Ela para, curva-se e apanha um bastão cinzento trazido à praia pelo mar inquieto. Apertando sua ponta na areia, a figura desenha um símbolo.

Uma onda quebra. A figura recua, e no instante que a água se espalha sobre o símbolo, uma rajada de vento sopra seu manto para trás. Revela-se então o rosto de uma mulher ao luar.

Ela sorri confiante que seu encantamento funcionou, e senta-se para ouvir o ribombar da melodia do mar.

Por que aquela mulher foi até o mar aquela noite? Por que terá desenhado um símbolo na areia? E como esses gestos simples podem constituir magia?

Magia Natural - ou melhor, a magia da Natureza - é um ramo simples e direto das artes da magia, derivado das eras de experiências de povos espalhados ao redor do globo. É, talvez, uma resposta aos poderes ilimitados da natureza, visível através da eterna mudança de estações, do florescer de um botão de flor, do nascer de um filho.

Os caminhos da magia da natureza são quase que universalmente designados para o trabalho com as forças e energias da Natureza para que promovam as mudanças necessárias. Apesar de as técnicas parecerem muito simplistas, ou mesmo infantis, elas funcionam.

A mulher descrita executou um gesto de magia natural. Ela trabalhou com o oceano, uma eterna fonte de energia, reverenciada e cultuada por centenas de milhares de anos. Para direcionar as energias do mar, ela utilizou um símbolo. O simbolismo - linguagem da magia e da mente subconsciente - é uma espécie de taquigrafia mágica. Apesar de os símbolos e as runas possuírem seus próprios poderes, eles também, efetivamente, direcionam energia para fins específicos. Em outras palavras, eles dizem à magia o que ela deve fazer.

Portanto, aquela mulher foi até o mar numa noite enluarada para acessar energias oceânicas e desenhou um símbolo na areia para canalizar o poder. Ao apagar o símbolo, a onda liberou sua própria energia dando início, assim, ao processo de magia.


Apesar de serem necessários alguns dias para que os frutos do trabalho daquela noite possam surgir, eles sem dúvida irão realmente surgir e o tempo e a experiência serão prova disso.

A Magia Natural é direta e objetiva. Apesar de tudo o que possa ter ouvido, a magia não é algo sobrenatural, não natural ou mesmo alienígena. Ela está em nossos próprios quintais, em nossas casas; na própria essência de nossos seres. As forças da Natureza dão poderes à magia - e não aos demônios ou anjos caídos.

Um dos maiores mistérios da magia é que não há mistérios. Pelo contrário, eles estão constantemente se revelando ao nosso redor. O estudo de um simples botão de rosa, de uma folha de grama ou do sopro do vento por meio das folhas de uma árvore, revelará tanto quanto, senão mais, sobre a verdadeira natureza da magia do que uma centena de empoeirados tomos renascentistas.

É esta a magia que preenche essa escrita. Mesmo que, aparentemente, algumas artes contidas nessas cartas não se relacionem à Natureza - magia com espelhos, por exemplo - é apenas uma indicação de que a Natureza é muito mais do que a sólida Terra sob nossos pés, ou o arco íris brilhando no céu da tarde.

A Natureza é o Universo em si. Não apenas seus poderes, mas também suas manifestações. Algumas dessas manifestações, como os espelhos, são artificialmente produzidas, mas estão ligadas e conectadas aos poderes da Natureza por intermédio de seu simbolismo.

Em nossa era, cada vez mais automatizada, muitas pessoas se encontram isoladas do planeta que sustenta e mantém nossas próprias vidas. A verdadeira dependência que temos da Terra está esquecida. Muitos estão rompendo suas conexões com a Terra. Como resultado, esse é um período de grande agitação, tanto nos planos individuais como no global.

A magia da Terra pode ajudar a descobrir, trabalhar e resolver muito das pequenas crises e problemas que nos afligem atualmente enquanto indivíduos. Certamente não é uma solução simples para os problemas do mundo, mas pode trazer ordem a nossas vidas, e isso já é um bom começo.

Segundo o pensamento da Magia, o corpo humano é o "microcosmo" (pequena representação) da Terra, que seria o "macrocosmo", no infinito do "multiverso". A Terra é também o microcosmo desse Universo. Em outras palavras, somos representações da essência do planeta e, por consequência, do Universo. Assim sendo, ao mudarmos a nós mesmos, mudamos a Terra e o Universo.

A magia é útil quando traz tais mudanças a nossas vidas e, dessa forma, à própria Terra.

Tais mudanças devem ser positivas. Portanto, as cartas desse artigo não possui nenhuma magia maligna ou negativa, pois já há muita negatividade neste mundo.

O objetivo de toda magia, trilhas ocultas e religiões místicas é a perfeição do ser. Embora isto possa não ser obtido em uma vida, é perfeitamente possível que melhoremos a nós mesmos. Este ato singular já faz com que a Terra se torne muito mais saudável.

Se puser em prática qualquer magia contida nas cartas desse artigo, seja ao desenhar um coração na areia, contemplar um espelho para antever o futuro, seja para atar um nó para auxiliar um amigo com problemas, tenha em mente os mais elevados aspectos de seus trabalhos. Você está melhorando o mundo e ajudando a curá-lo das terríveis mazelas que sofreu por nossas mãos.

É isso que torna o praticante da Magia Natural verdadeiramente divino.

 

No próximo capítulo:

2 - Pronunciando Magia.


Até lá

NillDumont





sábado, 13 de agosto de 2022

Magia natural - A tradição Mágica


MAGIA NATURAL

A tradição mágica

Aqui vamos tratar da tradição mágica. A magia de gente comum. E como tal, é diferente de quase todos os outros trabalhos publicados sobre o assunto.

Não está relacionado à inscrição de símbolos em pentagramas de cera, ao manuseio de espadas em círculos triplos, nem a conjurar espíritos. Esta postagem, que deverá ser em capítulos, pois é muito vasta, está sim relacionada a uma magia mais simples, menos complexa.

Estes são os métodos dos wiccanos mais simples, numa época na qual quase todos cultivavam grãos e verduras; criavam animais; teciam suas fazendas e costuravam suas próprias vestes _ quando tudo o que se podia desejar estava a nosso alcance, podia ser elaborado ou obtido por meio de trocas, permutas.

Homens, mulheres, crianças e animais trabalhavam da aurora ao crepúsculo para obter alimento e abrigo. Tudo em seu mundo era artesanal. Assim era também sua religião e magia.

Essas eram pessoas da Terra. Viviam, respiravam e trabalhavam com a terra diariamente. E deixavam um legado que apenas agora está sendo redescoberto: A MAGIA NATURAL.

Nesta postagem estão alguns dos modos pelos quais a magia da natureza era praticada. São encantamentos envolvendo os mares, os rios, os regatos; o sol e a lua; chuvas e tempestades; árvores, nós e espelhos.

Eis aqui a magia que qualquer um pode executar, com resultados surpreendentes, pois a magia funciona!

Mas estes são mais que simples frases de encantamentos, pois muito há por trás das palavras nestas postagens. Os verdadeiros mistérios da magia são os mistérios da Natureza. Ao praticar estes encantamentos, entramos em contato com a Natureza, e neste trabalho, qualquer um pode desvendar os segredos.

A natureza, a Terra, o Universo são nossos grandes iniciadores. São neles que devemos buscar auxílio para que possamos abrir nossos olhos e ver o que esteve diante de nós desde sempre.

Na próxima postagem veremos a primeira Parte:

Básicos

Tocando a Terra. 





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terça-feira, 26 de julho de 2022

RVP - Regressão de Vidas Passadas

 

Regressão ou recordação de vidas passadas (RVP).

Nessa postagem vamos analisar um pouco das chaves utilizadas no exercício de uma "Regressão", para recordar as vidas ou existências passadas. Essas chaves, na verdade, são bem simples; 

A Chave essencial é esta: Despertar para conhecermos quem somos, de onde viemos, para onde iremos e qual é nossa missão neste plano de vida, neste mundo!

Existem exercícios esotéricos (simples, objetivos e sem contraindicações) que nos ajudam a lembrar dos dados referentes aos fatos de nossas vidas anteriores, para que possamos nos conhecer mais e muito melhor nessa nossa existência atual. Não é perigoso mexermos em nosso “arquivo morto” de nossas existências anteriores, pois existem inúmeros dados que podemos rever para descobrir quem realmente somos, por que estamos tendo uma determinada forma de vida hoje, os assuntos dos dramas profissionais e matrimoniais, e o que podemos fazer para “transcender” nossos *Karmas (*Karma é a lei do retorno. Quando você prejudica alguém e depois você é prejudicado, da mesma forma, ou não, em vidas passadas), nossos processos de Vida, hábitos, depressões, perdas de entes queridos, separações etc.

Os estudos e práticas que nos ensinam a "Sabedoria Gnóstica" nos ajudam nessa caminhada rumo à transcendência de nossas vidas, caso queiramos e tenhamos conhecimento e força suficientes para tal.

Devemos, em primeiro lugar, lembrar da famosa "Lei de Retorno e Recorrência": segundo a Gnose, nós repetimos sempre a mesma vida, a mesma mecânica. Ou seja, os mesmos relacionamentos, hábitos, desejos, projetos, dramas, tragédias e comédias. Sejam em níveis mais ou menos elevados.

O "Ego" retorna de existência em existência, o que muda é somente o cenário onde é representada a nossa tragicomédia, mas os atores (os "eus" psicológicos, nossos condicionamentos mentais) continuam sempre os mesmos.

Todos os que receberam o Conhecimento esotérico agora provavelmente já o receberam em outras existências, pois somos muito velhos, somos a humanidade que anda errante, tropeçando, infelizmente há séculos, seguindo sempre os mesmos sonhos, desejos intensos, alegrias, tristezas, erros e defeitos.

A Regressão de vidas passadas, podem nos ajudar a entender onde estamos errando e/ou acertando. Definem, no quadro da Constelação Familiar as posições e os nossos traumas.

Existem três chaves para recordar as existências passadas. A primeira é: os Exercícios de Retrospecção, a segunda é: os Mantras para a recordação de vidas passadas (ou RVP) e a terceira é: o que já mencionamos acima, o Despertar da Consciência.

Se tiver interesse em saber mais sobre a Constelação Familiar clique em saber mais, para que possamos lhe enviar uma apostila totalmente gratuita para se aprofundar nessa questão, pois é um artigo muito longo para colocar aqui nessa postagem.

Você pode também estar interessado/a em fazer um curso online e então poder "se" ajudar e também ajudar as pessoas que ama; família, amigos, entes queridos, ou mesmo ganhar como um/a especialista nessa nobre área holística, tão requisitada e carente de bons profissionais! 

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Nill Dumont

terça-feira, 21 de junho de 2022

MAGO E A MAGIA

Ser um Mago representa estar à procura de respostas para este mundo tão místico e de muitas perguntas aguardando-as.
Como mencionado por Paulo Coelho (nosso mago exemplar); "Somos muito bloqueados pelas necessidades de respostas, e o mundo não está aí para responder. A magia é a ponte entre o visível e o invisível, mas é preciso ousar atravessá-la".

A partir de sua peregrinação de três meses para Santiago de Compostela, Paulo Coelho constrói uma fascinante parábola, que trata da necessidade de encontrar o próprio caminho. Parte história de aventura, parte guia de autoconhecimento, este trabalho oferece a combinação perfeita de encantamento e inspiração.

A magia é um estudo esotérico em que uma palavra muda tudo. É a ciência por trás do que achamos conhecer e reconhecer.

Em um texto de "A Magia" de Ronda Byrne um trecho conta que, durante mais de vinte séculos, as palavras de um texto sagrado foram mal interpretadas, intrigando e confundindo quase todos os que as leram. Poucos ao longo da história perceberam que se tratava de um enigma e que, assim que você o solucionasse – assim que desvendasse o mistério –, um novo mundo surgiria diante dos seus olhos.

Esse Mundo Novo pode parecer estranho, mas é exatamente isso que acontece. Tudo muda a sua volta, em seu dia a dia, em seu modo de compreender a vida e tudo que está ao seu redor. 


Neste texto que apresento, também garanto que esse contexto aqui se aplica, pois, "Não importa quem você seja, onde esteja e quais as suas atuais circunstâncias, A Magia irá mudar toda a sua vida"!
Eu lhes apresento um produto excepcional para que possam se INICIAR nesse mundo tão mágico e maravilhoso: A INICIAÇÃO DO MAGO da escola EOLAS - Educação que Transcende. Este livro pode definir-se como um código de conduta para quem se inicia no aprendizado da magia, indicando o que fazer para evoluir entre o mundo da matéria e o da espiritualidade, evitando desvios no caminho esotérico.
São abordados especificamente os temas que dão base ao trabalho do Mago, as características pessoais da personalidade, as questões que precisam ser consideradas por quem vai lidar com o mundo oculto, as técnicas mais apropriadas para obter resultados, os cuidados para se resguardar e por último as cerimônias ou rituais de atuação.

O texto está orientado para a pessoa que deseja realizar seu desenvolvimento enquanto vive uma vida normal, inserindo os aprendizados na sua rotina diária.

Abraços e até a próxima;

NillDumont

terça-feira, 7 de junho de 2022

O que é ESOTERISMO


ESOTERISMO

O substantivo «esoterismo» é de formação relativamente recente, por comparação com o adjetivo «esotérico», de origem grega, de onde deriva.
O adjetivo eksôterikos, -ê, -on («exterior, destinado aos leigos, popular, exotérico») já existia em grego clássico, ao passo que o adjetivo esôterikos, -ê, -on («no interior, na intimidade, esotérico») surgiu na época helenística sob o Império romano. Diversos autores os utilizaram. Veremos dentro em pouco alguns exemplos.
Têm a sua origem, respectivamente, em eisô ou esô (como preposição significa «dentro de», como advérbio significa «dentro»), e eksô (como prep. significa «fora de», como adv. significa «fora»).

Destas partículas gramaticais (preposição, advérbio) os gregos derivaram comparativos e superlativos, tal como no caso dos adjetivos. Em regra, o sufixo grego para o comparativo é -teros, e para o superlativo é -tatos. Por exemplo, o adjetivo kouphos, «leve», tem como comparativo kouphoteros, «mais leve», e como superlativo kouphotatos, «levíssimo». Do mesmo modo, do adv./prep. esô obtém-se o comp. esôteros, «mais interior», e o sup. esôtatos, «muito interior, interno, íntimo».


O adjetivo esôterikos deriva, portanto, do comparativo esôteros. Certos autores, porém, talvez mais imaginosos, propõem outra etimologia, baseada no verbo têrô que significa «observar, espiar; guardar, conservar». Assim, esô + têrô significaria qualquer coisa como «espiar por dentro e guardar no interior». Segundo Riffard, (Prof. Pierre A. Riffard — Investigador de Metodologia de Esoterismo e professor Catedrático na Université de Novakchott (Mauritânia); o esoterismo tanto existe no Ocidente como no Oriente, desde a pré-história até aos nossos dias, e tem a ver com o mistério da existência tal como é percebido pelos seres humanos; além disso, Riffard critica certos investigadores acadêmicos que procuram estudar o esoterismo «de fora», como se pudesse existir um «fenómeno cultural esotérico» independentemente do esoterismo em si. Segundo Riffard, a essência do esoterismo é, ela mesma, «esotérica»; na sua monumental obra de perto de 400 páginas, L’ésotérisme, Riffard interroga-se: «Pode alguém ser um esoterólogo sem ser, ao mesmo tempo, um esotérico?» De acordo com este ponto de vista, elabora uma descrição do esoterismo segundo as oito invariáveis que, em sua ótica, o caracterizam:

(1) A impessoalidade do autor; 
(2) A oposição esotérico/exotérico; 
(3) A noção de «o subtil» como mediador entre o espírito e a matéria; 
(4) Analogias e correspondências; 
(5) A importância dos números; 
(6) As ciências ocultas; 
(7) As artes ocultas; 
(8) A Iniciação.

Existem muitas controvérsias em relação ao que se refere aos estudos esotéricos, mas outros autores simplificam a questão considerando que o esoterismo se constituiu no Ocidente como disciplina autônoma, e pouco a pouco, a partir de finais da Idade Média, porque a teologia e a ciência absorveram certos temas que o integravam, eliminando outros que, por serem mais inquietantes ou pertencerem ao imaginário mais perturbador, acabaram com essa expulsão ou mesmo perseguição, por integrar as correntes esotéricas ocidentais, sobretudo a partir do Renascimento. No Oriente, pelo contrário, a teologia contém os temas esotéricos e, por conseguinte o esoterismo não precisa de se constituir como disciplina aparte. Segundo este ponto de vista, pode-se falar em esoterismo associado às varias escolas e tendências que se desenvolveram no Ocidente na linha dos ensinamentos de Marsilio Ficino (1433-1499), de Pico della Mirandola (1463-1494) e de Johannes Reuchlin (1455-1522), esoterismo esse que floresceu, sobretudo, na Europa e nos séculos XVI e XVII. A sua principal característica é a rejeição da linguagem comunicativa como expressão da verdade, e a pretensão de que é nas camadas não semânticas da linguagem que se oculta a antiga Sabedoria. Em extensão a este conceito, não se pode ignorar a importância do pensamento judaico e dos textos hebreus na Europa, cujo torat hasod (conhecimento esotérico) constituiu um corpo específico de tradições secretas na cultura judaica, no centro do qual, e a partir do século XIII, se encontra a Cabala, (primeira religião), que teve uma influência de indiscutível relevo no esoterismo cristão.


A partir desse primeiro post, vamos tentar navegar pelo mundo do conhecimento do esoterismo. Mas de forma mais leve e solta, de forma moderna e não obstante arcaica em seus conhecimentos e estudos.

Conto com vocês em nossas próximas postagens e assim poderemos trocar conhecimentos e bagagens.




Até mais.


Nill Dumont