terça-feira, 21 de junho de 2022

MAGO E A MAGIA

Ser um Mago representa estar à procura de respostas para este mundo tão místico e de muitas perguntas aguardando-as.
Como mencionado por Paulo Coelho (nosso mago exemplar); "Somos muito bloqueados pelas necessidades de respostas, e o mundo não está aí para responder. A magia é a ponte entre o visível e o invisível, mas é preciso ousar atravessá-la".

A partir de sua peregrinação de três meses para Santiago de Compostela, Paulo Coelho constrói uma fascinante parábola, que trata da necessidade de encontrar o próprio caminho. Parte história de aventura, parte guia de autoconhecimento, este trabalho oferece a combinação perfeita de encantamento e inspiração.

A magia é um estudo esotérico em que uma palavra muda tudo. É a ciência por trás do que achamos conhecer e reconhecer.

Em um texto de "A Magia" de Ronda Byrne um trecho conta que, durante mais de vinte séculos, as palavras de um texto sagrado foram mal interpretadas, intrigando e confundindo quase todos os que as leram. Poucos ao longo da história perceberam que se tratava de um enigma e que, assim que você o solucionasse – assim que desvendasse o mistério –, um novo mundo surgiria diante dos seus olhos.

Esse Mundo Novo pode parecer estranho, mas é exatamente isso que acontece. Tudo muda a sua volta, em seu dia a dia, em seu modo de compreender a vida e tudo que está ao seu redor. 


Neste texto que apresento, também garanto que esse contexto aqui se aplica, pois, "Não importa quem você seja, onde esteja e quais as suas atuais circunstâncias, A Magia irá mudar toda a sua vida"!
Eu lhes apresento um produto excepcional para que possam se INICIAR nesse mundo tão mágico e maravilhoso: A INICIAÇÃO DO MAGO da escola EOLAS - Educação que Transcende. Este livro pode definir-se como um código de conduta para quem se inicia no aprendizado da magia, indicando o que fazer para evoluir entre o mundo da matéria e o da espiritualidade, evitando desvios no caminho esotérico.
São abordados especificamente os temas que dão base ao trabalho do Mago, as características pessoais da personalidade, as questões que precisam ser consideradas por quem vai lidar com o mundo oculto, as técnicas mais apropriadas para obter resultados, os cuidados para se resguardar e por último as cerimônias ou rituais de atuação.

O texto está orientado para a pessoa que deseja realizar seu desenvolvimento enquanto vive uma vida normal, inserindo os aprendizados na sua rotina diária.

Abraços e até a próxima;

NillDumont

terça-feira, 7 de junho de 2022

O que é ESOTERISMO


ESOTERISMO

O substantivo «esoterismo» é de formação relativamente recente, por comparação com o adjetivo «esotérico», de origem grega, de onde deriva.
O adjetivo eksôterikos, -ê, -on («exterior, destinado aos leigos, popular, exotérico») já existia em grego clássico, ao passo que o adjetivo esôterikos, -ê, -on («no interior, na intimidade, esotérico») surgiu na época helenística sob o Império romano. Diversos autores os utilizaram. Veremos dentro em pouco alguns exemplos.
Têm a sua origem, respectivamente, em eisô ou esô (como preposição significa «dentro de», como advérbio significa «dentro»), e eksô (como prep. significa «fora de», como adv. significa «fora»).

Destas partículas gramaticais (preposição, advérbio) os gregos derivaram comparativos e superlativos, tal como no caso dos adjetivos. Em regra, o sufixo grego para o comparativo é -teros, e para o superlativo é -tatos. Por exemplo, o adjetivo kouphos, «leve», tem como comparativo kouphoteros, «mais leve», e como superlativo kouphotatos, «levíssimo». Do mesmo modo, do adv./prep. esô obtém-se o comp. esôteros, «mais interior», e o sup. esôtatos, «muito interior, interno, íntimo».


O adjetivo esôterikos deriva, portanto, do comparativo esôteros. Certos autores, porém, talvez mais imaginosos, propõem outra etimologia, baseada no verbo têrô que significa «observar, espiar; guardar, conservar». Assim, esô + têrô significaria qualquer coisa como «espiar por dentro e guardar no interior». Segundo Riffard, (Prof. Pierre A. Riffard — Investigador de Metodologia de Esoterismo e professor Catedrático na Université de Novakchott (Mauritânia); o esoterismo tanto existe no Ocidente como no Oriente, desde a pré-história até aos nossos dias, e tem a ver com o mistério da existência tal como é percebido pelos seres humanos; além disso, Riffard critica certos investigadores acadêmicos que procuram estudar o esoterismo «de fora», como se pudesse existir um «fenómeno cultural esotérico» independentemente do esoterismo em si. Segundo Riffard, a essência do esoterismo é, ela mesma, «esotérica»; na sua monumental obra de perto de 400 páginas, L’ésotérisme, Riffard interroga-se: «Pode alguém ser um esoterólogo sem ser, ao mesmo tempo, um esotérico?» De acordo com este ponto de vista, elabora uma descrição do esoterismo segundo as oito invariáveis que, em sua ótica, o caracterizam:

(1) A impessoalidade do autor; 
(2) A oposição esotérico/exotérico; 
(3) A noção de «o subtil» como mediador entre o espírito e a matéria; 
(4) Analogias e correspondências; 
(5) A importância dos números; 
(6) As ciências ocultas; 
(7) As artes ocultas; 
(8) A Iniciação.

Existem muitas controvérsias em relação ao que se refere aos estudos esotéricos, mas outros autores simplificam a questão considerando que o esoterismo se constituiu no Ocidente como disciplina autônoma, e pouco a pouco, a partir de finais da Idade Média, porque a teologia e a ciência absorveram certos temas que o integravam, eliminando outros que, por serem mais inquietantes ou pertencerem ao imaginário mais perturbador, acabaram com essa expulsão ou mesmo perseguição, por integrar as correntes esotéricas ocidentais, sobretudo a partir do Renascimento. No Oriente, pelo contrário, a teologia contém os temas esotéricos e, por conseguinte o esoterismo não precisa de se constituir como disciplina aparte. Segundo este ponto de vista, pode-se falar em esoterismo associado às varias escolas e tendências que se desenvolveram no Ocidente na linha dos ensinamentos de Marsilio Ficino (1433-1499), de Pico della Mirandola (1463-1494) e de Johannes Reuchlin (1455-1522), esoterismo esse que floresceu, sobretudo, na Europa e nos séculos XVI e XVII. A sua principal característica é a rejeição da linguagem comunicativa como expressão da verdade, e a pretensão de que é nas camadas não semânticas da linguagem que se oculta a antiga Sabedoria. Em extensão a este conceito, não se pode ignorar a importância do pensamento judaico e dos textos hebreus na Europa, cujo torat hasod (conhecimento esotérico) constituiu um corpo específico de tradições secretas na cultura judaica, no centro do qual, e a partir do século XIII, se encontra a Cabala, (primeira religião), que teve uma influência de indiscutível relevo no esoterismo cristão.


A partir desse primeiro post, vamos tentar navegar pelo mundo do conhecimento do esoterismo. Mas de forma mais leve e solta, de forma moderna e não obstante arcaica em seus conhecimentos e estudos.

Conto com vocês em nossas próximas postagens e assim poderemos trocar conhecimentos e bagagens.




Até mais.


Nill Dumont